quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Educação Básica no Brasil


O texto que segue foi publicado recentemente por dois amigos, que participaram do nosso I SIEL: Abdeljalil Akkari e Camila Pompeu. Vale a leitura.

EducacaoBasicaBrasil_Akkari_Pompeu

terça-feira, 28 de julho de 2009

Unicamp promove Olimpíada de História


No Brasil, são famosas as “Olimpíadas de Matemática”, competições nas quais os alunos de todo o país demonstram suas habilidades nas disciplinas. O sucesso do evento é tão grande que milhares de professores de História já devem ter se perguntado: por que não uma Olimpíada de História?

Pois, chegou a hora de deixar a pergunta de lado e experimentar a realidade. A partir deste ano, os alunos da rede pública de ensino e seus professores de história

A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil tem início no dia 7 de setembro. A ação é uma iniciativa inédita de estudar e debater a história nacional, por meio da leitura e interpretação de documentos, imagens e textos.

Serão cinco fases online e uma fase final com premiação, disputadas por equipes compostas por até três estudantes e um professor de história. Somente alunos de oitavo e nono anos do ensino fundamental e do I, II e III ano do ensino médio poderão participar. As inscrições vão de 1º de agosto a 1º de setembro.

Para participar, as escolas públicas pagam R$ 15 por equipe, e as escolas particulares pagam o valor de R$ 35 por equipe.

A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências, Unicamp, concebida e elaborada por historiadores e professores de história, voltada para o público das últimas séries de ensino Fundamental e do Ensino Médio.

Nela, os participantes terão a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias dos historiadores, ao lidarem com documentos históricos, textos, imagens e outros materiais. Assim, mais do que buscar conteúdos, o convite da instituição é para uma reflexão sobre como a história é construída por seus participantes.

Para mais informações, acesse o manual do concurso, e boa sorte!

Fonte: http://cafehistoria.ning.com/

terça-feira, 21 de julho de 2009

Programa de Educação Profissional capacitará cerca de 25 mil jovens e adultos mineiros

Para atender a crescente demanda dos jovens e adultos mineiros por melhores oportunidades de formação profissional técnica gratuita e, consequentemente, ao mercado de trabalho, uma nova modalidade do Programa de Educação Profissional foi implementada. Nesta nova etapa de construção do conhecimento, o Governo de Minas Gerais oferecerá cerca de 100 mil vagas em 77 cursos de Educação Profissional em 277 municípios do estado.

Desde sua criação (2008) o PEP já ofereceu 79 mil vagas destinadas a alunos do 2° e 3° anos do ensino médio da rede estadual e a estudantes com o ensino médio completo. A partir de agosto, atenderá também os estudantes do Curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os cursos técnicos são de Administração Empresarial, Gestão de Pequenas Empresas e Secretariado e Assessoria.

Já a metodologia utilizada será a do Telecurso Tec, que consiste em 145 programas para cada um dos cursos. A proposta é de que o aluno seja o protagonista do processo do conhecimento por meio da observação, reflexão e discussão dos conceitos trabalhados em sala junto com seu orientador. Neste caso, o orientador é um educador que troca experiências e recebe apoio pedagógico permanente nos encontros presenciais de formação e no ambiente virtual.

Para usar essa tecnologia, as escolas receberam computadores e aparelhos de TV e DVD, fruto de um investimento de R$ 12,7 milhões do Governo do Estado de Minas Gerais em infraestrutura e capital humano. A primeira reunião técnica aconteceu no último dia 14, em Belo Horizonte. O evento contou com a presença de 479 diretores das escolas envolvidas, diretores e técnicos das superintendências regionais de ensino e da Secretaria de Estado de Educação para discutir como será o desenvolvimento do programa e o treinamento dos professores.

Fonte:
Thamires Andrade


sexta-feira, 17 de julho de 2009

João Maurício Wanderley: Barão de Cotejipe (1882-1885)

Barão de Cotejipe

Tenho uma amiga que não gosta do meu interesse por Biografias. Mas eu acho um passatempo interessante. Gosto de saber mais sobre pessoas que viveram na minha cidade e acho isto uma curiosidade natural e sadia. Hoje, no entanto, eu não vou postar sobre um Leopoldinense. O texto que segue é sobre um pernambucano. Mas porque ele? Primeiro, porque um amigo me perguntou se eu sabia alguma coisa sobre o personagem, eu realmente não sabia nada. Ele tinha algumas suposições e eu fiquei curiosa para conferir. Infelizmente, creio que o que achei sobre o Barão de Cotegipe não foi aquilo que meu amigo esperava.

No entanto, creio que o texto terá alguma utilidade para pesquisas escolares, pois Barão de Cotegipe é o nome de umas das principais – e mais conhecidas – ruas da nossa cidade. Político muito influente no Império, não me surpreende o fato terem dado seu nome uma rua de Leopoldina, embora tenha curiosidade de saber em que circunstâncias esta homenagem se fez.

Gostaria de adiantar que o texto é uma “colagem” de outros textos, encontrados na Internet. Não se trata de um estudo historiográfico e há muito pouca intervenção minha. Mas é informativo e segui uma linha do tempo interessante, que vai da Colônia ao Império.

ORIGENS
João Maurício Wanderley, primeiro e único barão de Cotejipe nasceu em Vila da Barra de São Francisco – Bahia, no dia 23 de outubro de 1815. Descendente de neerlandeses, era filho de João Maurício Wanderley e de Francisca Antônia do Livramento. Casou com Antônia Teresa de Sá Pita e Argolo, filha sucessora dos condes de Passé.

Baronesa de Cotejipe
As origens de sua família remontam ao período da Invasão Holandesa, no nordeste. Sua família (paterna) descende de Gaspar van der Ley, coronel holandês, amigo devotado do Conde Maurício de Nassau, que após a derrota e expulsão dos holandeses, preferiu permanecer no Brasil, em Pernambuco. Seus descendentes se espalharam para várias parte do Brasil (Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul). O primeiro filho de Gaspar van der Ley e de Dona Maria Melo, nascido no Brasil, foi João Maurício Wanderley, nascido em 1641.

Brasil Holandês
Segundo Wanderley Pinho:
“Gaspar van der Ley ou Wanderley, como vieram depois a corromper-se os seus apelidos, capitão de cavalaria, de nobre prosápia, conforme atestou Maurício de Nassau, citado por Borges da Fonseca, na "Nobiliarquia Pernambucana," foi um dos que, por ocasião do cerco do Pontal de Nossa Senhora de Nazaré, se declararam pelo partido brasileiro. Casado com Da. Maria Melo, filha de Manuel Games de Melo, senhor do engenho "Trapiche do Cabo", da melhor linhagem pernamubacana, neta de Arnau de Holanda e de Cristovão Lins, povoadores quinhentistas daquela capitania, foi fundador da família Wanderley, de grande e ilustre progenie no norte do Brasil” [1]

Walter Wanderley destaca em seu livro, uma citação de Gilberto Freyre, publicada no O Jornal do Rio de Janeiro, sob o titulo “A propósito dos Wanderley”:
“Os Wanderley, família a que pertenço, são, em sua origem holandesa, Van der Ley. Trata-se de gente nórdica, Ariana. Existem, ainda hoje, van der Ley na Holanda; e na Alemanha Lei ou Von Ley: a mesma gente. Sabe-se que no Brasil o fundador da família foi Gaspar van der Ley, no século XVIII. Era êle capitão da cavalaria entre os holandeses estabelecidos no Brasil, no tempo do Conde Maurício de Nassau. Foi figura eminente entre os principais auxiliares do Conde de Nassau que, aliás, era alemão e não holandês. E cujo governo foi, talvez, a mais notável obra de administração que realizou em qualquer das Américas um europeu durante a época colonial. Inclusive neste aspecto: como prefeito do Recife.(...)”.[2]

SUA TRAJETÓRIA

João Maurício Wanderley, cursou na Bahia, o primário e o preparatório, e em 1832 em Pernambuco, matriculou-se na Faculdade de Direito de Olinda (PE), formando-se aos 22 anos de idade em Ciências Jurídicas e Sociais, a 6 de outubro de 1837. Ingressando na Política, em 1839.Foi deputado provincial (1843), deputado geral, presidente da província da Bahia (nomeado por Carta Imperial em 21 de agosto de 1852, presidiu a província de 20 de setembro de 1852 a 1 de maio de 1855), senador do Império do Brasil de 1856 a 1889. A partir de 1865 passou a integrar o ministério, tendo ocupado as pastas da Fazenda (1865), da Marinha (1865 e 1868), dos Estrangeiros (1869, 1875 e 1885) e da Justiça (1887). Quando Chefe de Polícia de Salvador desbaratou, em Pernambuco, a Revolução Praieira. A Praieira foi a maior insurreição ocorrida no Segundo Reinado, e que teve início em 1848, na província de Pernambuco, e representou a última manifestação popular contra a monarquia e os poderosos proprietários rurais locais, os senhores de engenho. [3] João Maurício Wanderley enviou para Pernambuco quase toda a força baiana, impedindo que a revolução chegasse à Bahia.

Revolução Praieira (Pernambuco)

Como Presidente da Província da Bahia foi dinâmico e progressista, com várias providências que tomou na agricultura, na indústria, no comércio e na instrução pública. Combateu energicamente o tráfico escravo. Fundou, juntamente com Demétrio Tourinho, o Diário da Bahia.

Como Administrador-Geral da Santa Casa de Misericórdia, fundou, na Corte, o Instituto Pasteur e o Hospital N. S. das Dores, em Cascadura, para tratamento de tuberculosos. Pertencia ao Partido Conservador.

Participou de diversos gabinetes do império, quando o Brasil era agitado pelas idéias abolicionistas e republicanas. Como presidente do Conselho de Ministros (1885-1888), ajudou a aprovar a Lei dos Sexagenários (1885), proposta na gestão de José Antônio Saraiva, seu antecessor. A lei que tornava livres os escravos sexagenários, também conhecida como Saraiva-Cotejipe, foi tão importante quanto a do visconde do Rio Branco, Lei do Ventre Livre (1871), e enquadrava-se no projeto de extinção gradual da escravatura. Manteve-se à frente do Conselho durante quase três anos, durante os quais o país foi agitado pelas idéias abolicionistas e republicanas, bem assim pela chamada “questão militar”. O seu afastamento deu vitória aos defensores da extinção imediata do escravismo, por meio da Lei Áurea.Contribuiu para a sensível melhoria das finanças, deu impulso à agricultura e favoreceu a grande imigração. Como proprietário rural era adepto dos métodos agrícolas os mais modernos na época, em vez da escravidão preferia o trabalho livre.

Na política externa, negociou com o Paraguai (1872), o Tratado de Assunção, com o qual se encerrou diplomaticamente a guerra da Tríplice Aliança, e esforçou-se por solucionar a questão litigiosa do território de Palmas, pretendido pela Argentina.Faleceu no Rio de Janeiro. Faleceu repentinamente, em novembro no dia 13 de fevereiro de 1889, quando ocupava o cargo de Presidente do Bando do Brasil. Morreu na Rua Senador Vergueiro, Rio de Janeiro.

OBRAS E TÍTULOS

Publicou Trabalho sobre a Revolução da Bahia de 1837, Rio de Janeiro, 1837; Melhoramento do Fabrico de Açúcar, Bahia, 1867; Informações sobre o Estado da Lavoura, Rio de Janeiro, 1874; Apontamentos sobre os Limites do Brasil e a República da Argentina, Rio de Janeiro, 1882; proferiu vários discursos sobre temas importantes como: emissão de papel-moeda; mesas de rendas alfandegadas; fuga de escravos em Campinas; questão militar etc. Recebeu o título de Barão de Cotejipe (1860) e foi condecorado como Dignitário da Ordem do Cruzeiro; Comendador da Ordem da Rosa; da Ordem Portuguesa da Conceição da Vila (Viçosa); foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Belga de Leopoldo, a Ordem Espanhola de Isabel, a Católica, e a Ordem Italiana da Coroa.

Fontes consultadas

CANCIAN, Renato. Democratas pernambucanos pedem o fim da monarquia. Disponível em http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u42.jhtm, acesso em 17/07/2009.

WANDERLEY, Walter. Família Wanderley: História e Genealogia. Rio de Janeiro, Editora Pongetti, 1966. Disponível em http://www.irwanderley.eng.br/GasparLiteratura/FamiliaWanderleyWalter.htm, acesso em 15/07/09.

http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_biografia.asp?codparl=1819&li=9&lcab=1853-1856&lf=9

http://www.irwanderley.eng.br/Nobiliarquia/BaraoCotegipe/Cotegipe.htm

http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JoaoMaur.html

http://www.cristina.mg.gov.br/2009/pag_impressao.php?id=34

http://www.sfreinobreza.com/NobC4.htm

http://www.senado.gov.br/sf/senadores/presidentes/p_imp_Joao_Mauricio_Wanderley.asp


[1] WANDERLEY, Walter. Família Wanderley: História e Genealogia. Rio de Janeiro, Editora Pongetti, 1966. Disponível em http://www.irwanderley.eng.br/GasparLiteratura/FamiliaWanderleyWalter.htm, acesso em 15/07/09.

[2] Idem.

[3] CANCIAN, Renato. Democratas pernambucanos pedem o fim da monarquia. Disponível em http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u42.jhtm, acesso em 17/07/2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

CAPITAL HUMANO


Uma amiga que desenvolve pesquisas em história institucional está investindo em trabalhos independentes. Clique na na imagem, entre em contato e conheça mais sobre este trabalho.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Leopoldina e os arquivos



É com muita felicidade que eu escrevo que Leopoldina, finalmente, está dando um passo importante para a criação de seu ARQUIVO PÚBLICO. Esta semana eu estive em Belo Horizonte, participando da campanha de sensibilização para a criação de arquivos municipais, acompanhada - e acompanhando - de duas funcionárias da prefeitura, ligadas à área de patrimônio cultural e de educação: Rosângela e Dileusa.

O evento ocorreu e foi orquestrado pelo Arquivo Público Mineiro, que junto com o Conarq, está buscando incentivar a criação de arquivos no interior de Minas Gerais. Participaram cerca de 200 pessoas, representados vários município, de várias regiões do nosso Estado. Foi muito bom, mesmo e eu acho que todos saíram de lá realmente sensibilizados. Conhecimento e boa vontade nós temos e acredito que temos, também mais gente com disposição e vontade de fazer Leopoldina se desenvolver e crescer.

A criação de um arquivo é de importância fundamental para a administração pública, em seu todo, e para a comunidade do nosso município. Se de um lado o arquivo público ajuda na administração pública a garantir a gestão de informações e a transparência, de outro, preserva a memória da sociedade e ajuda a construir nossa identidade.

Tenho muito que agradecer ao sr Prefeito, à Secretaria de Cultura, mas principalmente às minhas companheiras de curso, que hoje estão em Leopoldina como duas das pessoas que mais entendem de arquivos e de sua importância para a nossa comunidade.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Patrimônio Imaterial


O Patrimônio Cultural Intangível ou Imaterial compreende as expressões de vida e tradições que comunidade, grupos e indivíduos em todas as partes do mundo recebem de seus ancestrais e passam seus conhecimentos a seus descendentes.

Apesar de tentar manter um senso de identidade e continuidade, este patrimônio é particularmente vulnerável uma vez que está em constante mutação e multiplicação de seus portadores. Por esta razão, a comunidade internacional adotou a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Intangível em 2003.

É amplamente reconhecida a importância de promover e proteger a memória e as manifestações culturais representadas, em todo o mundo, por monumentos, sítios históricos e paisagens culturais. Mas não só de aspectos físicos se constitui a cultura de um povo. Há muito mais, contido nas tradições, no folclore, nos saberes, nas línguas, nas festas e em diversos outros aspectos e manifestações, transmitidos oral ou gestualmente, recriados coletivamente e modificados ao longo do tempo. A essa porção intangível da herança cultural dos povos, dá-se o nome de patrimônio cultural imaterial.

Para muitas pessoas, especialmente as minorias étnicas e os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas manifestações culturais constituem o fundamento da vida comunitária. Num mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas tradicionais e populares assegura a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um mundo plural.

Ciente da importância dessa forma de patrimônio e da complexidade envolvida na definição dos seus limites e de sua proteção, a UNESCO vem, nos últimos vinte anos, se esforçando para criar e consolidar instrumentos e mecanismos que conduzam ao seu reconhecimento e defesa. Em 1989, a Organização estabeleceu a Recomendação sobre a Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular e vem, desde então, estimulando a sua aplicação ao redor do mundo. Esse instrumento legal fornece elementos para a identificação, a preservação e a continuidade dessa forma de patrimônio, assim como de sua disseminação.

De modo a estimular os governos, ONGs e as próprias comunidades locais a reconhecer, valorizar, identificar e preservar o seu patrimônio intangível, a UNESCO criou um título internacional, concedido a destacados espaços (locais onde são regularmente produzidas expressões culturais) e manifestações da cultura tradicional e popular. Assim, em 2003 e 2005 a Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade selecionou, por meio de um júri internacional, espaços e expressões de excepcional importância, dentre candidaturas oferecidas pelos países.

Além das gravações, registros e arquivos, a UNESCO considera que uma das formas mais eficazes de preservar o patrimônio intangível é garantir que os portadores desse patrimônio possam continuar o produzindo e transmitindo. Assim, a Organização estimula os países a criarem um sistema permanente de identificação de pessoas (artistas, artesãos etc.) que encarnam, no grau máximo, as habilidades e técnicas necessárias para a manifestação de certos aspectos da vida cultural de um povo e a manutenção de seu patrimônio cultural material.

Finalmente, em 2003, após uma série de esforços, que incluíram estudos técnicos e discussões internacionais com especialistas, juristas e membros dos governos, a UNESCO adotou a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Essa convenção regula o tema do patrimônio cultural imaterial, e assim complementa a Convenção do Patrimônio Mundial, de 1972, que cuida dos bens tangíveis, de modo a contemplar toda a herança cultural da humanidade.

Bibliografia em Patrimônio Imaterial



Fonte: UNESCO

terça-feira, 16 de junho de 2009

Piraí é primeiro município do mundo a adotar um PC por aluno

Eu li a reportagem, que foi uma indicação do amigo Alexandre Soares e fiquei imaginando meus alunos com este equipamento nas mãos, motivados a produzir e a estudar. Seria o máximo. Mas muito além da questão de levar a computares para a escola, está a questão de se valorizar a educação como um todo. Destaque para a seguinte afirmação, que faz parte do texto abaixo: "O município é a base de tudo e deveria ser o ponto de partida de todos os projetos. Piraí é a prova que os iniciativas originadas em um município têm muito mais chances de sucesso, sejam elas relacionadas à tecnologia, à saúde ou qualquer outra área". Pois eu concordo plenamente. As escolas municipais tem tudo para dar aos nossos alunos oportunidades ímpares de aprendizado. Trabalhei na rede estadual por 15 anos, mas foi na rede municipal que eu consegui apoio para realizar meus projetos.

Os netbooks da Intel, conhecidos como Classmates e já bastante difundidos em salas de aulas e projetos educacionais da iniciativa privada, fazem sua estréia entre alunos da rede pública brasileira. Mais do que isso, os computadores estrelam o primeiro projeto municipal de um computador por aluno não só no Brasil, mas em todo o mundo. Em evento realizado nesta terça-feira (16), o vice-governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, anunciou a compra de 5.500 unidades dos equipamentos.

Dois anos atrás, em 2007, a Intel doou 400 Classmates a Piraí como incentivo ao projeto Piraí Digital, cujo planejamento estratégico teve início em 2003. As máquinas foram implantadas na escola Rosa da Conceição Guedes, no Ditrito de Arrozal. Dado o êxito da iniciativa, posteriormente, o município adquiriu com recursos próprios outros 250 equipamentos. Somados, os Classmates contemplam todos os cerca de 6.200 alunos nas 21 escolas da rede pública em Piraí. As crianças terão acesso aos equipamentos a partir de agosto deste ano. "Este é o primeiro projeto de um computador por aluno de fato implementado em todo o mundo", afirma Oscar Clarke, presidente da Intel Brasil. "Trazer a tecnologia para a sala de aula é inserir nossas crianças na era da informação em que vivemos. Piraí e o estado do Rio de Janeiro é uma vitrine não só para o Brasil, mas para o mundo, e deveria servir de exemplo para o governo federal., que há algum tempo não consegue tirar do papel o projeto de um computador por aluno", sugere Clarke.

Arthur Henrique Ferreira, prefeito de Piraí, conta que o governo federal avaliou quatro cidades em diferentes regiões do país antes de decidir pela injeção de capital em Piraí. Segundo Tutuca, como é conhecido o prefeito, o projeto batizado Inove Educação recebeu R$ 4 milhões do governo estadual para a aquisição dos equipamentos - cada Classmate saiu a aproximadamente R$ 700. Em contrapartida, a prefeitura investiu outros R$ 1.28 milhão, valor que inclui a aquisição de servidores e infraestrutura das escolas e a capacitação e compra de computadores para os professores.

"O município é a base de tudo e deveria ser o ponto de partida de todos os projetos. Piraí é a prova que os iniciativas originadas em um município têm muito mais chances de sucesso, sejam elas relacionadas à tecnologia, à saúde ou qualquer outra área", afirma Tutuca.

Maria Helena Cautiero, coordenadora do projeto Piraí Digital e uma das responsáveis pela concretização da iniciativa de um laptop por aluno no município, acredita que esta seja uma contribuição para a evolução da educação no Brasil.. "As crianças normalmente encontram uma sala de aula ultrapassada, e a taxa de evasão só aumenta se nada é feito no sentido de mudar o paradigma da educação. Nós fizemos isso com base em fatores como mobilidade, interatividade, inovação, compartilhamento, construção e colaboração", detalha Maria Helena, citando como exemplo da escola Rosa da Conceição Guedes, que triplicou o número de alunos desde o início do projeto. Segundo a coordenadora, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nesta escola saltou de 2,2 para 4,8 nesse período.

Maria Helena explica ainda que o município de Piraí optou desde o início do projeto pelo software livre. Os Classmates utilizados nas salas de aula do municípo rodam Linux. "Você não pode fazer um projeto de inclusão digital com base em software proprietário", afirma. "A adoção do software livre, inclusive, vem motivando e criando uma massa de jovens interessados no desenvolvimento de tecnologias em baseadas em software livre."

Com o onjetivo de envolver cada vez mais a família na educação dos alunos e levar a tecnologia também aos pais, os alunos poderão levar seus laptops para casa. "Como a cidade é toda coberta por acesso via banda larga, as crianças podem acessar a internet a partir de outros pontos", explica a coordenadora do Projeto Piraí Digital.

Um pouco de história e o que deve vir pela frenteDesde 1997 a cidade sofria com a privatização e o consequente desemprego no município. Na ocasião, a cidade deu início ao projeto de ter uma rede própria de internet, bem como de digitalizar inúmeros processos e levar às salas de aula a tecnologia que permeia atualmente todos os mercado. "Na ocasião tínhamos na prefeitura apenas dois computadores. Seria impossível atrair investimentos sem capacidade de comunicação", recorda Pezão. De lá para cá Piraí tornou-se referência em cidade digital, com expressivos investimentos e projetos na área de educação.

"Estamos fazendo esforços para levar o modelo de um computador por criança aos mais de 1 milhão de alunos da rede pública estadual", afirma o governador do Rio de Janeiro. "O Rio pode ser um laboratório para o mundo", garante, afirmando, no entanto, que a expansão do projeto ainda está apenas no papel.

Campanha de sensibilização para criação de arquivos municipais

A reunião será de 29 de junho a 01 de julho. Uma oportunidade para os gestores públicos refletirem sobre a necessidade de se investir na criação e organização de aquivos públicos em Minas Gerais. O Conselho Estadual de Arquivos foi criado pelo Decreto nº 39.504, de 24 de março de 1997, órgão colegiado com função deliberativa, previsto no artigo 83 da Lei nº 11.726, de 30 de dezembro de 1994, subordinado diretamente ao Governador do Estado de Minas Gerais. O CEA tem por finalidade coordenar as ações da política estadual de arquivos, bem como estabelecer normas técnicas de organização dos arquivos da Administração Pública Estadual, definir os planos de regionalização do Arquivo Público Mineiro e de funcionamento dos serviços ou unidades de arquivos nos órgãos públicos estaduais. Segundo a lei, em seu Art. 3º Compete ao CEA:
I - estabelecer diretrizes visando à gestão, à preservação e ao acesso a documentação de arquivos;
II - promover o inter-relacionamento entre os arquivos públicos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais;
III - propor a edição de instrumentos normativos necessários ao aperfeiçoamento e à implementação da política estadual de arquivos;
IV - zelar pelo cumprimento da legislação que disciplina o funcionamento e acesso aos arquivos públicos;
V - colaborar com o Conselho Nacional de Arquivos na identificação de arquivos privados de interesse público e social;
VI - elaborar subsídios e emitir pareceres, sempre que solicitados, nas questões pertinentes ao patrimônio arquivístico do Estado de Minas Gerais;
VII - estimular programas de gestão e de preservação de documentos públicos, de âmbito estadual e municipal, produzidos ou recebidos em decorrência das funções executiva e legislativa;
VIII - subsidiar a elaboração de planos estaduais de desenvolvimento, sugerindo metas e prioridades da política estadual de arquivos;
IX - estimular a capacitação técnica dos recursos humanos que desenvolvam atividades de arquivo nas instituições integrantes do Sistema Estadual de Arquivos;
X - recomendar providências para a apuração e a reparação de atos lesivos à política estadual de arquivos públicos e arquivos privados de interesse público e social;
XI - articular-se com outros órgãos e entidades do poder público formuladores de políticas estaduais de planejamento, de educação, de ciência e tecnologia, de informação e de informática;
XII - exercer as atividades correlatas que lhe forem delegadas.
Art. 4º O Conselho Estadual de Arquivos tem a seguinte composição:
I - Diretor do Arquivo Público Mineiro, que é seu Presidente;
II - 1 (um) representante da Secretaria de Estado de Recursos Humanos e Administração;
III - 1 (um) representante do Poder Judiciário;
IV - 1 (um) representante do poder Legislativo;
V - 1 (um) representante de Arquivo Público de Município;
VI - 2 (dois) representantes do Arquivo Público Mineiro;
VII - 1 (um) representante do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA-MG;
VIII - 1 (um) representante da Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais – PRODEMGE;
IX - 2 (dois) representantes de instituições não governamentais que atuem na área de ensino, pesquisa, preservação ou acesso a fontes documentais.


Clique em cima da imagens para ampliar e verificar a programação do encontro. Mais informações e inscrições podem ser feitas pelo e-mail: arquivosmunicipais.apm@cultura.mg.gov.br



sexta-feira, 12 de junho de 2009

A Biblioteca Municipal de Leopoldina (1895)


Encontrei acidentalmente uma referência à Biblioteca Municipal e Leopoldina, mas não a que temos atualmente, mas uma que foi alojada no prédio da Câmara, em 1895. Na vigência de Brasil-República as Câmaras funcionam num sistema parlamentarista com o presidente acumulando função de Agente Executivo. Na época , o agente executivo municipal era Lucas Augusto Monteiro de Barros. É triste perceber que, mais de 100 anos depois, a nossa bilbioteca municipal ainda não recebe a atenção devida, nem possui um espaço adequado onde possam ser desenvolvidas atividades ligadas à leitura e à cultura. Segue o texto, na íntegra.


BIBLIOTECA MUNICIPAL

Com a aquisição do novo prédio em que funciona a Câmara, acha-se hoje colocada em cômodo próprio a Biblioteca Municipal, podendo com justíssima razão ser aumentada a bem da população deste município que não goza, por enquanto, das prerrogativas que outros lugares são às bibliotecas, fundadas e mantidas pela Câmara.

Muito conveniente e vantajoso, portanto, seria que o poder legislativo votasse anualmente uma verba para a compra de livros, e reformasse regularmente esta biblioteca, concorrendo assim para sua riqueza e consequente desenvolvimento.
Para este assunto, aliás importante, chamo a vossa especial atenção.

Relatório apresentado ao agente executivo pelo official da Secretaria da Câmara Municipal de Leopoldina, em 31 de dezembro de 1895. Rio de Janeiro, Typogradia Moreira Mazimiano, Chagas &, p. 35

domingo, 7 de junho de 2009

Nova imagem de Dilermando Cruz

Recebi esta semana uma primeira edição do Livro Bernardo Guimarães, de Dilermando Cruz. Um verdadeiro achado. A edição é de 1911 e traz um foto mais nítida do escritor (clique para ampliar).


Na página 121, Dilermando faz uma referência carinhosa a Leopoldina. Segue a transcrição:

NOTA FINAL

Neste volume deveriam estar incluídas mais duas palestras: uma sobre o Bello, proferida em dias do mês de Abril de 1901, no salão da Câmara Municipal de Leopoldina, por ocasião da festa inaugural de um Club Recreativo; outra, proferida no Theatro Alencar, da mesma cidade, sobre a Saudade, por ocasião da sessão solene do aludido Club Recreativo, em homenagem ao autor que retirava de Leopoldina para Juiz de Fora.

Desses trabalhos , aliás feitos sem grande cuidado e por um principiante, perdeu-se grande parte, restando apenas algumas tiras, pelas quais talvez ainda possam um dia ser refundidas as palestras.

Si assim acontecer, o autor as publicará como grata recordação da sua mocidade.


Juiz de Fora, abril de 1911


CRUZ, Dilermando. Bernardo Guimarães (Perfil Bio-biográfico-literário). Casa Azul S. Costa & Comp. Editores, Juiz de Fora, 1911, p. 121.

João Moojen de Oliveira

Dica da D. Cidinha Lintz. O artigo abaixo está disponível para donwload no link http://www.museunacional.ufrj.br/CP/Arquivos/Arq.2005/Arq.63-1/p7-12%20Freitas.pdf, é uma breve biografia de um pesquisador brasileiro, nascido em Leopoldina, e que se destacou na área da Zoologia. João Moojen nasceu em Leopoldina, Minas Gerais, em 1 de dezembro de 1904. Em Além Paraíba, casou-se com D. Emília Costa Cruz Figueira. Em 1933, recebeu convite do diretor J. Bello Lisboa para lecionar Zoologia e Biologia Geral na Escola Superior de Agricultura e Veterinária do Estado de Minas Gerais, a qual daria origem à atual Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Biologia de agosto de 1933 a dezembro de 1937, ano em que deixou Viçosa. Durante sua estada na ESAV, Moojen dedicou-se principalmente ao estudo de aves e deixou importante coleção zoológica no departamento, a qual constituiu embrião do atual Museu de Zoologia “João Moojen de Oliveira”. O texto oferece muito mais informações sobre este Leopoldinense. Vale a pena conferir.


p7-12 Freitas

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Mais sobre Dilermando Cruz

Os dados abaixo foram gentilmente cedidos pela Academia Mineira de Letras
Nasceu no dia 5 de setembro de 1879 na cidade de Leopoldina, Minas, Dilermando Martins da Costa Cruz, que faleceu em 1935, em Juiz de Fora. Estudou as primeiras letras na terra natal. Seguindo para Ouro Preto, frequentou o Colégio Mineiro, transferindo-se para Barbacena, prosseguindo os estudos no Ginásio Mineiro.

Regressando a Leopoldina dirigiu o hebdomadário Folha do Leste. Fixando-se em Juiz de Fora, foi redator-chefe do Correio da Tarde, jornal que circulou algum tempo na “Manchester Mineira”. Foi também redator de uma revista que aparecera em Barbacena O Mensal, sob a direção de Aldo Delphino. Escreveu em vários jornais do Rio, notadamente O País e Gazeta de Notícias, diários que publicaram as suas famosas “Cartas de Minas” e no Correio da Manhã em que manteve por muito tempo a coluna “Crônica Mineira”.

Poeta brilhante, publicou Primeiras Rimas (1896), Diáfanas (1908) e Bernardo Guimarães (1911). Em prosa, deu a lume um caderno, que intitulou Palestras Literárias. Na época em que se verificaram as chamadas conferências de salão, espécie de jornal falado, foi notável. Estudou diversos temas – “O Belo”, “Saudades”, “Fontes”, “Caridade”, “Árvores” e vários outros, todos enfeixados em volume. Deixou um romance O Anacoreta, infelizmente inédito.

Caracterizava-se Dilermando Cruz por uma bela presença física, aliada a uma inteligência penetrante, vivaz, que tinha veículo excelente: linguagem cuidada, por vezes original, A tendência para os concetti, as iluminuras de trechos, pinceladas magníficas, alterações, metáforas imprevistas, tudo revelava nele poderosa e marcante figura de homem de letras. Foi sócio fundador da Academia, ocupando a cadeira nº 15, participando de todas as reuniões iniciais com entusiasmo e infatigável operosidade.

PRIMEIRA DIRETORIA(eleita em 25 de dezembro de 1909)
Fase de Juiz de Fora

Presidente – Eduardo de Menezes (reeleito para os exercícios de 1911-1912; 1913-1914).
Secretário Geral – Machado Sobrinho
Secretário Auxiliar – Brant Horta
Tesoureiro – Belmiro Braga
Bibliotecário – Heitor GuimarãesComissão de
Contas – Estevam de Oliveira, Dilermando Cruz e Luiz de Oliveira

27 de março 1925– Em solene sessão, empossa-se, na Cadeira n.° 40, o acadêmico Affonso Penna Júnior, cujo discurso é lido por Noraldino Lima, dada a impossibilidade da presença pessoal do novo confrade. A saudação é feita por Dilermando Cruz.

Fonte: Páginas do livro Efemérides da Academia Mineira de Letras de Martins de Oliveira e Oiliam José.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

JORNADA MINEIRA DO PATRIMÔNIO CULTURAL

Uma ótima oportunidade para Leopoldina poder ganhar um impulso a mais na área cultural. A inscrição de projetos irá aumentar nossa visibilidade dentro do governo estadual e render recursos para a cultura - que espero que sejam utilizados nesta área -, pois a adesão do município pontuará no ICMS PATRIMÔNIO CULTURAL EXERCÍCIO 2011.


Uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura com o apoio dos municípios e de diversas instituições culturais de Minas Gerais, a Jornada Mineira do Patrimônio Cultural estimula a realização simultânea, em setembro de 2009, de diversos eventos de valorização da memória e do patrimônio cultural mineiro. Inserida na programação do Ano da França no Brasil 2009 e inspirada na experiência francesa das Journées du Patrimoine, realizadas naquele país, desde 1984, busca incentivar e fortalecer a participação coletiva nas ações de preservação.

Como participar
A proposta é que as instituições participantes desenvolvam atividades relacionadas à preservação e divulgação do patrimônio cultural de sua cidade ou região como: exposições; seminários; cursos e oficinas; edição de livros e outras publicações; festivais de gastronomia e arte; bem como ações educativas destinadas a diferentes públicos e faixas etárias. O encaminhamento das propostas será até dia 20 de maio.

Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos no telefone (31) 3235-2868 ou pelo e-mail: jornada@iepha.mg.gov.br.

JORNADA MINEIRA DO PATRIMÔNIO CULTURAL - PROPOSTA
Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais-IEPHA/MG
Praça da Liberdade, s/nº (ed. SETOP) – 4º andar.
CEP: 30.140-010 - Belo Horizonte-MG

terça-feira, 5 de maio de 2009

VOTE NO BLOG


Pessoal, o blog Brasil: História e Ensino foi indicado pela primeira vez para o TOP BLOG. Gostaria de contar com o seu voto. É muito fácil, é só clicar aqui.

Desde já, agradeço!