EducacaoBasicaBrasil_Akkari_Pompeu
Este site foi criado para que eu pudesse postar meus trabalhos sobre a História de Leopoldina, sobre História do Ensino e Educação. Com o tempo ele acabou se tornando muito mais do que isso. Hoje eu o uso para fazer reflexões sobre meu trabalho na escola, sobre minhas pesquisas com quadrinhos e sobre minhas opiniões sobre livros e filmes.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Educação Básica no Brasil
EducacaoBasicaBrasil_Akkari_Pompeu
terça-feira, 28 de julho de 2009
Unicamp promove Olimpíada de História

Pois, chegou a hora de deixar a pergunta de lado e experimentar a realidade. A partir deste ano, os alunos da rede pública de ensino e seus professores de história
A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil tem início no dia 7 de setembro. A ação é uma iniciativa inédita de estudar e debater a história nacional, por meio da leitura e interpretação de documentos, imagens e textos.
Serão cinco fases online e uma fase final com premiação, disputadas por equipes compostas por até três estudantes e um professor de história. Somente alunos de oitavo e nono anos do ensino fundamental e do I, II e III ano do ensino médio poderão participar. As inscrições vão de 1º de agosto a 1º de setembro.
Para participar, as escolas públicas pagam R$ 15 por equipe, e as escolas particulares pagam o valor de R$ 35 por equipe.
A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências, Unicamp, concebida e elaborada por historiadores e professores de história, voltada para o público das últimas séries de ensino Fundamental e do Ensino Médio.
Nela, os participantes terão a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias dos historiadores, ao lidarem com documentos históricos, textos, imagens e outros materiais. Assim, mais do que buscar conteúdos, o convite da instituição é para uma reflexão sobre como a história é construída por seus participantes.
Para mais informações, acesse o manual do concurso, e boa sorte!
Fonte: http://cafehistoria.ning.com/
terça-feira, 21 de julho de 2009
Programa de Educação Profissional capacitará cerca de 25 mil jovens e adultos mineiros
Desde sua criação (2008) o PEP já ofereceu 79 mil vagas destinadas a alunos do 2° e 3° anos do ensino médio da rede estadual e a estudantes com o ensino médio completo. A partir de agosto, atenderá também os estudantes do Curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os cursos técnicos são de Administração Empresarial, Gestão de Pequenas Empresas e Secretariado e Assessoria.
Já a metodologia utilizada será a do Telecurso Tec, que consiste em 145 programas para cada um dos cursos. A proposta é de que o aluno seja o protagonista do processo do conhecimento por meio da observação, reflexão e discussão dos conceitos trabalhados em sala junto com seu orientador. Neste caso, o orientador é um educador que troca experiências e recebe apoio pedagógico permanente nos encontros presenciais de formação e no ambiente virtual.
Para usar essa tecnologia, as escolas receberam computadores e aparelhos de TV e DVD, fruto de um investimento de R$ 12,7 milhões do Governo do Estado de Minas Gerais em infraestrutura e capital humano. A primeira reunião técnica aconteceu no último dia 14, em Belo Horizonte. O evento contou com a presença de 479 diretores das escolas envolvidas, diretores e técnicos das superintendências regionais de ensino e da Secretaria de Estado de Educação para discutir como será o desenvolvimento do programa e o treinamento dos professores.
Fonte:sexta-feira, 17 de julho de 2009
João Maurício Wanderley: Barão de Cotejipe (1882-1885)
No entanto, creio que o texto terá alguma utilidade para pesquisas escolares, pois Barão de Cotegipe é o nome de umas das principais – e mais conhecidas – ruas da nossa cidade. Político muito influente no Império, não me surpreende o fato terem dado seu nome uma rua de Leopoldina, embora tenha curiosidade de saber em que circunstâncias esta homenagem se fez.
Gostaria de adiantar que o texto é uma “colagem” de outros textos, encontrados na Internet. Não se trata de um estudo historiográfico e há muito pouca intervenção minha. Mas é informativo e segui uma linha do tempo interessante, que vai da Colônia ao Império.
ORIGENS
João Maurício Wanderley, primeiro e único barão de Cotejipe nasceu em Vila da Barra de São Francisco – Bahia, no dia 23 de outubro de 1815. Descendente de neerlandeses, era filho de João Maurício Wanderley e de Francisca Antônia do Livramento. Casou com Antônia Teresa de Sá Pita e Argolo, filha sucessora dos condes de Passé.
“Gaspar van der Ley ou Wanderley, como vieram depois a corromper-se os seus apelidos, capitão de cavalaria, de nobre prosápia, conforme atestou Maurício de Nassau, citado por Borges da Fonseca, na "Nobiliarquia Pernambucana," foi um dos que, por ocasião do cerco do Pontal de Nossa Senhora de Nazaré, se declararam pelo partido brasileiro. Casado com Da. Maria Melo, filha de Manuel Games de Melo, senhor do engenho "Trapiche do Cabo", da melhor linhagem pernamubacana, neta de Arnau de Holanda e de Cristovão Lins, povoadores quinhentistas daquela capitania, foi fundador da família Wanderley, de grande e ilustre progenie no norte do Brasil” [1]
Walter Wanderley destaca em seu livro, uma citação de Gilberto Freyre, publicada no O Jornal do Rio de Janeiro, sob o titulo “A propósito dos Wanderley”:
“Os Wanderley, família a que pertenço, são, em sua origem holandesa, Van der Ley. Trata-se de gente nórdica, Ariana. Existem, ainda hoje, van der Ley na Holanda; e na Alemanha Lei ou Von Ley: a mesma gente. Sabe-se que no Brasil o fundador da família foi Gaspar van der Ley, no século XVIII. Era êle capitão da cavalaria entre os holandeses estabelecidos no Brasil, no tempo do Conde Maurício de Nassau. Foi figura eminente entre os principais auxiliares do Conde de Nassau que, aliás, era alemão e não holandês. E cujo governo foi, talvez, a mais notável obra de administração que realizou em qualquer das Américas um europeu durante a época colonial. Inclusive neste aspecto: como prefeito do Recife.(...)”.[2]
SUA TRAJETÓRIA
João Maurício Wanderley, cursou na Bahia, o primário e o preparatório, e em 1832 em Pernambuco, matriculou-se na Faculdade de Direito de Olinda (PE), formando-se aos 22 anos de idade em Ciências Jurídicas e Sociais, a 6 de outubro de 1837. Ingressando na Política, em 1839.
Como Presidente da Província da Bahia foi dinâmico e progressista, com várias providências que tomou na agricultura, na indústria, no comércio e na instrução pública. Combateu energicamente o tráfico escravo. Fundou, juntamente com Demétrio Tourinho, o Diário da Bahia.
Como Administrador-Geral da Santa Casa de Misericórdia, fundou, na Corte, o Instituto Pasteur e o Hospital N. S. das Dores, em Cascadura, para tratamento de tuberculosos. Pertencia ao Partido Conservador.
Participou de diversos gabinetes do império, quando o Brasil era agitado pelas idéias abolicionistas e republicanas. Como presidente do Conselho de Ministros (1885-1888), ajudou a aprovar a Lei dos Sexagenários (1885), proposta na gestão de José Antônio Saraiva, seu antecessor. A lei que tornava livres os escravos sexagenários, também conhecida como Saraiva-Cotejipe, foi tão importante quanto a do visconde do Rio Branco, Lei do Ventre Livre (1871), e enquadrava-se no projeto de extinção gradual da escravatura. Manteve-se à frente do Conselho durante quase três anos, durante os quais o país foi agitado pelas idéias abolicionistas e republicanas, bem assim pela chamada “questão militar”. O seu afastamento deu vitória aos defensores da extinção imediata do escravismo, por meio da Lei Áurea.Contribuiu para a sensível melhoria das finanças, deu impulso à agricultura e favoreceu a grande imigração. Como proprietário rural era adepto dos métodos agrícolas os mais modernos na época, em vez da escravidão preferia o trabalho livre.
Na política externa, negociou com o Paraguai (1872), o Tratado de Assunção, com o qual se encerrou diplomaticamente a guerra da Tríplice Aliança, e esforçou-se por solucionar a questão litigiosa do território de Palmas, pretendido pela Argentina.Faleceu no Rio de Janeiro. Faleceu repentinamente, em novembro no dia 13 de fevereiro de 1889, quando ocupava o cargo de Presidente do Bando do Brasil. Morreu na Rua Senador Vergueiro, Rio de Janeiro.
OBRAS E TÍTULOS
Publicou Trabalho sobre a Revolução da Bahia de 1837, Rio de Janeiro, 1837; Melhoramento do Fabrico de Açúcar, Bahia, 1867; Informações sobre o Estado da Lavoura, Rio de Janeiro, 1874; Apontamentos sobre os Limites do Brasil e a República da Argentina, Rio de Janeiro, 1882; proferiu vários discursos sobre temas importantes como: emissão de papel-moeda; mesas de rendas alfandegadas; fuga de escravos em Campinas; questão militar etc. Recebeu o título de Barão de Cotejipe (1860) e foi condecorado como Dignitário da Ordem do Cruzeiro; Comendador da Ordem da Rosa; da Ordem Portuguesa da Conceição da Vila (Viçosa); foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Belga de Leopoldo, a Ordem Espanhola de Isabel, a Católica, e a Ordem Italiana da Coroa.
Fontes consultadas
CANCIAN, Renato. Democratas pernambucanos pedem o fim da monarquia. Disponível em http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u42.jhtm, acesso em 17/07/2009.
WANDERLEY, Walter. Família Wanderley: História e Genealogia. Rio de Janeiro, Editora Pongetti, 1966. Disponível em http://www.irwanderley.eng.br/GasparLiteratura/FamiliaWanderleyWalter.htm, acesso em 15/07/09.
[3] CANCIAN, Renato. Democratas pernambucanos pedem o fim da monarquia. Disponível em http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u42.jhtm, acesso em 17/07/2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
CAPITAL HUMANO
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Leopoldina e os arquivos

O evento ocorreu e foi orquestrado pelo Arquivo Público Mineiro, que junto com o Conarq, está buscando incentivar a criação de arquivos no interior de Minas Gerais. Participaram cerca de 200 pessoas, representados vários município, de várias regiões do nosso Estado. Foi muito bom, mesmo e eu acho que todos saíram de lá realmente sensibilizados. Conhecimento e boa vontade nós temos e acredito que temos, também mais gente com disposição e vontade de fazer Leopoldina se desenvolver e crescer.
A criação de um arquivo é de importância fundamental para a administração pública, em seu todo, e para a comunidade do nosso município. Se de um lado o arquivo público ajuda na administração pública a garantir a gestão de informações e a transparência, de outro, preserva a memória da sociedade e ajuda a construir nossa identidade.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Patrimônio Imaterial

É amplamente reconhecida a importância de promover e proteger a memória e as manifestações culturais representadas, em todo o mundo, por monumentos, sítios históricos e paisagens culturais. Mas não só de aspectos físicos se constitui a cultura de um povo. Há muito mais, contido nas tradições, no folclore, nos saberes, nas línguas, nas festas e em diversos outros aspectos e manifestações, transmitidos oral ou gestualmente, recriados coletivamente e modificados ao longo do tempo. A essa porção intangível da herança cultural dos povos, dá-se o nome de patrimônio cultural imaterial.
Para muitas pessoas, especialmente as minorias étnicas e os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas manifestações culturais constituem o fundamento da vida comunitária. Num mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas tradicionais e populares assegura a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um mundo plural.
Ciente da importância dessa forma de patrimônio e da complexidade envolvida na definição dos seus limites e de sua proteção, a UNESCO vem, nos últimos vinte anos, se esforçando para criar e consolidar instrumentos e mecanismos que conduzam ao seu reconhecimento e defesa. Em 1989, a Organização estabeleceu a Recomendação sobre a Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular e vem, desde então, estimulando a sua aplicação ao redor do mundo. Esse instrumento legal fornece elementos para a identificação, a preservação e a continuidade dessa forma de patrimônio, assim como de sua disseminação.
De modo a estimular os governos, ONGs e as próprias comunidades locais a reconhecer, valorizar, identificar e preservar o seu patrimônio intangível, a UNESCO criou um título internacional, concedido a destacados espaços (locais onde são regularmente produzidas expressões culturais) e manifestações da cultura tradicional e popular. Assim, em 2003 e 2005 a Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade selecionou, por meio de um júri internacional, espaços e expressões de excepcional importância, dentre candidaturas oferecidas pelos países.
Além das gravações, registros e arquivos, a UNESCO considera que uma das formas mais eficazes de preservar o patrimônio intangível é garantir que os portadores desse patrimônio possam continuar o produzindo e transmitindo. Assim, a Organização estimula os países a criarem um sistema permanente de identificação de pessoas (artistas, artesãos etc.) que encarnam, no grau máximo, as habilidades e técnicas necessárias para a manifestação de certos aspectos da vida cultural de um povo e a manutenção de seu patrimônio cultural material.
Finalmente, em 2003, após uma série de esforços, que incluíram estudos técnicos e discussões internacionais com especialistas, juristas e membros dos governos, a UNESCO adotou a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Essa convenção regula o tema do patrimônio cultural imaterial, e assim complementa a Convenção do Patrimônio Mundial, de 1972, que cuida dos bens tangíveis, de modo a contemplar toda a herança cultural da humanidade.
Bibliografia em Patrimônio Imaterial
Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (pdf)
Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade (2001-2005) (em inglês)
Recomendação sobre a Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular (em inglês)
terça-feira, 16 de junho de 2009
Piraí é primeiro município do mundo a adotar um PC por aluno

Maria Helena Cautiero, coordenadora do projeto Piraí Digital e uma das responsáveis pela concretização da iniciativa de um laptop por aluno no município, acredita que esta seja uma contribuição para a evolução da educação no Brasil.. "As crianças normalmente encontram uma sala de aula ultrapassada, e a taxa de evasão só aumenta se nada é feito no sentido de mudar o paradigma da educação. Nós fizemos isso com base em fatores como mobilidade, interatividade, inovação, compartilhamento, construção e colaboração", detalha Maria Helena, citando como exemplo da escola Rosa da Conceição Guedes, que triplicou o número de alunos desde o início do projeto. Segundo a coordenadora, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nesta escola saltou de 2,2 para 4,8 nesse período.
Maria Helena explica ainda que o município de Piraí optou desde o início do projeto pelo software livre. Os Classmates utilizados nas salas de aula do municípo rodam Linux. "Você não pode fazer um projeto de inclusão digital com base em software proprietário", afirma. "A adoção do software livre, inclusive, vem motivando e criando uma massa de jovens interessados no desenvolvimento de tecnologias em baseadas em software livre."
Campanha de sensibilização para criação de arquivos municipais
A reunião será de 29 de junho a 01 de julho. Uma oportunidade para os gestores públicos refletirem sobre a necessidade de se investir na criação e organização de aquivos públicos em Minas Gerais. O Conselho Estadual de Arquivos foi criado pelo Decreto nº 39.504, de 24 de março de 1997, órgão colegiado com função deliberativa, previsto no artigo 83 da Lei nº 11.726, de 30 de dezembro de 1994, subordinado diretamente ao Governador do Estado de Minas Gerais. O CEA tem por finalidade coordenar as ações da política estadual de arquivos, bem como estabelecer normas técnicas de organização dos arquivos da Administração Pública Estadual, definir os planos de regionalização do Arquivo Público Mineiro e de funcionamento dos serviços ou unidades de arquivos nos órgãos públicos estaduais. Segundo a lei, em seu Art. 3º Compete ao CEA:I - estabelecer diretrizes visando à gestão, à preservação e ao acesso a documentação de arquivos;
II - promover o inter-relacionamento entre os arquivos públicos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais;
III - propor a edição de instrumentos normativos necessários ao aperfeiçoamento e à implementação da política estadual de arquivos;
IV - zelar pelo cumprimento da legislação que disciplina o funcionamento e acesso aos arquivos públicos;
V - colaborar com o Conselho Nacional de Arquivos na identificação de arquivos privados de interesse público e social;
VI - elaborar subsídios e emitir pareceres, sempre que solicitados, nas questões pertinentes ao patrimônio arquivístico do Estado de Minas Gerais;
VII - estimular programas de gestão e de preservação de documentos públicos, de âmbito estadual e municipal, produzidos ou recebidos em decorrência das funções executiva e legislativa;
VIII - subsidiar a elaboração de planos estaduais de desenvolvimento, sugerindo metas e prioridades da política estadual de arquivos;
IX - estimular a capacitação técnica dos recursos humanos que desenvolvam atividades de arquivo nas instituições integrantes do Sistema Estadual de Arquivos;
X - recomendar providências para a apuração e a reparação de atos lesivos à política estadual de arquivos públicos e arquivos privados de interesse público e social;
XI - articular-se com outros órgãos e entidades do poder público formuladores de políticas estaduais de planejamento, de educação, de ciência e tecnologia, de informação e de informática;
XII - exercer as atividades correlatas que lhe forem delegadas.
Art. 4º O Conselho Estadual de Arquivos tem a seguinte composição:
I - Diretor do Arquivo Público Mineiro, que é seu Presidente;
II - 1 (um) representante da Secretaria de Estado de Recursos Humanos e Administração;
III - 1 (um) representante do Poder Judiciário;
IV - 1 (um) representante do poder Legislativo;
V - 1 (um) representante de Arquivo Público de Município;
VI - 2 (dois) representantes do Arquivo Público Mineiro;
VII - 1 (um) representante do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA-MG;
VIII - 1 (um) representante da Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais – PRODEMGE;
IX - 2 (dois) representantes de instituições não governamentais que atuem na área de ensino, pesquisa, preservação ou acesso a fontes documentais.

sexta-feira, 12 de junho de 2009
A Biblioteca Municipal de Leopoldina (1895)

domingo, 7 de junho de 2009
Nova imagem de Dilermando Cruz

Desses trabalhos , aliás feitos sem grande cuidado e por um principiante, perdeu-se grande parte, restando apenas algumas tiras, pelas quais talvez ainda possam um dia ser refundidas as palestras.
Si assim acontecer, o autor as publicará como grata recordação da sua mocidade.
João Moojen de Oliveira
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Mais sobre Dilermando Cruz
quarta-feira, 6 de maio de 2009
JORNADA MINEIRA DO PATRIMÔNIO CULTURAL

terça-feira, 5 de maio de 2009
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