Ontem fui ao encontro Saber com Sabor, da OSCIP Felizcidade falar sobre o ensino de história local. Resumi tudo em uma apresentação de slides.
Este site foi criado para que eu pudesse postar meus trabalhos sobre a História de Leopoldina, sobre História do Ensino e Educação. Com o tempo ele acabou se tornando muito mais do que isso. Hoje eu o uso para fazer reflexões sobre meu trabalho na escola, sobre minhas pesquisas com quadrinhos e sobre minhas opiniões sobre livros e filmes.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
História de Leopoldina - para Fundamental I
Fiz uma apresentação de slides para ser apresentado aos alunos do Fundamental I, nesta quintal, dia 26 de abril, sobre a história da fundação de Leopoldina. É coisa simples, pouco texto (e ainda poderia ser menos) e algumas imagens sobre a cidade.
Algumas observações:
- O entusiasmo das crianças é estimulantes, mas pode ser cansativo, pois eles ficam muito impressionados com as imagens e fazem muitas perguntas.
- O ideal é uma turma de cada vez, no máximo, duas. As crianças ainda não tem o hábito de assistir palestras e não conseguem conter os comentários, ficam ansiosas.
- Idade mínima de 9 anos. Crianças menores não conseguem se concentrar.
- A fala não deve ultrapassar os 30 min.
- Explore bastante as imagens.
Segue a história do Feijão Cru, roteirizada há alguns anos atrás por um ex-aluno.
Dia 27 de abril... você sabe realmente o que Leopoldina está comemorando?
Ontem, dia 27 de abril, feriado municipal, Leopoldina para comemorar seu aniversário. Mas o Leopoldinense realmente sabe o que está comemorando?
Quando se fala do aniversário de Leopoldina, muitas pessoas imaginam como sendo o aniversário da cidade. Na verdade, comemoramos a criação do Município de Leopoldina, desmembrado de Mar de Espanha, e a elevação do Arraial do Feijão Cru à categoria de Vila, com a denominação de São Sebastião do Feijão Cru, pela Lei provincial nº 666, em 1854. A vila passa a ser sede do distrito, instalado em 20 de janeiro de 1855.
Quando se fala do aniversário de Leopoldina, muitas pessoas imaginam como sendo o aniversário da cidade. Na verdade, comemoramos a criação do Município de Leopoldina, desmembrado de Mar de Espanha, e a elevação do Arraial do Feijão Cru à categoria de Vila, com a denominação de São Sebastião do Feijão Cru, pela Lei provincial nº 666, em 1854. A vila passa a ser sede do distrito, instalado em 20 de janeiro de 1855.
É apenas em 1861 que a vila é elevada à condição de cidade com a denominação de Leopoldina, pela Lei provincial de nº 1116, de 16 de outubro daquele ano. Então, afirmar que é o aniversário da cidade é simplificar e esvaziar o significado desta data. O mais interessante é que o brasão da prefeitura nos ensina isso. Nele temos da data de criação do município e da cidade.
Eu mesma me confundi algumas vezes com estes dados, até porque eu me foco muito mais no século XX. Mas ao fazer uma apresentação para alunos do Ensino Fundamental I, nesta quinta, 26 de abril de 2012, para alunos do Colégio Imaculada, este detalhe chamou a minha atenção e veio-me este questionamento.
É preciso atualizar constantemente os dados históricos que possuímos, pois eles estarão sempre necessitando de serem revistos. Eu e a professora Lucilene Nunes fizemos em 2007 uma cartilha para os alunos do Fundamental I das escolas municipais. Ela traz muitos dados, mas muitos deles precisam ser revisados.
Há uma lei municipal que exige o ensino da História Local, mas é preciso criar material didático para que os professores possam trabalhar melhor o tema (os livros são estão esgotados e precisando, como eu comentei, de serem revisados e ampliados). Por outro lado é preciso investir na formação do professor. Não adianta o material e não se orienta o professor de como usá-lo.
Há uma lei municipal que exige o ensino da História Local, mas é preciso criar material didático para que os professores possam trabalhar melhor o tema (os livros são estão esgotados e precisando, como eu comentei, de serem revisados e ampliados). Por outro lado é preciso investir na formação do professor. Não adianta o material e não se orienta o professor de como usá-lo.
A culpa é de quem? Acho em boa parte ela é nossa pois não insistimos nisso e acabamos deixando para depois e o depois não chega nunca. Mas é uma falha que pode e deve ser reparada. Quem sabe não terminamos 2012 com um novo livro sobre a história de Leopoldina para que no ano que de 2013 possamos explorar esta data em toda a sua potencialidade?
Oficina MVMob de estímulo à criatividade na escola
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Clique na imagem para ampliar |
A Casa de Leitura Lya Botelho convida a todos os Professores, Supervisores, Técnicos de Ensino, Alunos e público interessado para a Oficina MVMob de estímulo à criatividade na escola e que propõe uma rede de aprendizagem interativa e intercambio cultural.
OFICINA EM LEOPOLDINA:
Dia: 03 de maio de 20012
Horário: das 13:00h às 17:00h
Inscrições (gratuitas) na Casa de Leitura Lya Botelho: R. José Peres, 4 (Centro)
Tel: (32) 3441-2090, com Maria Lúcia ou Alexandre
sábado, 21 de abril de 2012
Dousseau: enter - Franceses no Império do Café
Recebi o livro esta semana e estou fazendo sua prazerosa leitura. Segue o release.
Uma saga que engloba não apenas uma família específica de imigrantes, os DOUSSEAU, mas também um momento particularíssimo da história franco-brasileira, ainda que restrita à grandeza infinita da vida de um grande número de famílias vindas da mesma região (Périgord ou Dordogne) e estabelecidos na Zona da Mata mineira, com passagem intrigante pelo Vale do Paraíba.
Essa história tocará particularmente a região que inclui as cidades de Bicas, Maripá de Minas, Rochedo de Minas, Guarará e Argirita. Mas também localidades como Taruaçú, Carlos Alves e o povoado dos Machados.
E tocará pelo coração. Coração que acompanha o ritmo do homem buscando terra, pouso e sustento. Coração que pulsa mais forte sob os apitos da maria-fumaça e o extenso verde dos cafezais que um dia fizeram da região um “Recanto dos Barões”. Trazendo quem sabe, de volta à vida, pelo resgate histórico, as “cidades mortas” de Monteiro Lobato.
Autora: Marly Dousseau Mayrink
Publicado pela Editora “Usina de Letras”.
Contato: mmmayrink@hotmail.com
Publicado pela Editora “Usina de Letras”.
Contato: mmmayrink@hotmail.com
Projeto "Patrimônio e Memória", fase I de 2012
Comecei esta mês o projeto Patrimônio e Memória, continuidade do trabalho que fiz com o oitavo ano, em 2011, com a oficina de higienização de documentos. Este ano são três turmas envolvidas, várias etapas e muita coisa para ser descoberta. A previsão para o final do trabalho é para o mês de junho.
Seguem fotos da primeira fase, que começa com três visitas à casa do Prof. de música e maestro, José Gabriel, que restaurou sua casa e transformou seu porão em um espaço cultural. A primeira turma a visitar foi a 207, cujo objetivo final do trabalho será a produção de mini-documentários.
Gazeta de Leopoldina faz homenagem à cidade, em 1928, publicando fotos de ruas e bairros
sexta-feira, 20 de abril de 2012
CHARGES NA GAZETA DE LEOPOLDINA: GUERRA FRIA (1951)
Encontrei algo que me chamou a atenção na Gazeta de Leopoldina de 1951: charges. Fundada no final do século XIX, a Gazeta de Leopoldina raramente explorava recursos como charges. No entanto, na década de 1951, embalado pela Guerra Fria, o jornal começou a estampar charges todas relacionadas com o conflito entre socialismo e capitalismo. As charges eram retiradas, em sua grande maioria, de jornais norte americanos, deixando clara a orientação política do periódico e de seus diretores. Seguem as charges exibidas durante o ano de 1951. Clique nas imagens para ampliar.
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Gazeta de Leopoldina, 06 de maio de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 11 de novembro de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 12 de agosto de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 14 de janeirode 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 18 de janeiro de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 18 de fevereiro de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 21 de maio de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 22 de março de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 22 de abril de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 29 de julho de 1951. |
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Gazeta de Leopoldina, 30 de junho de 1951. |
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